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. O Grupo Inteiro (Carol Tonetti, Cláudio Bueno, Ligia Nobre e Vitor Cesar). Junto desse grupo tenho realizado uma série de colaborações para diversas instituições culturais, como MASP, Tomie Ohtake, Sesc e outras. Últimas exposições: Playgrounds 2016, MASP/Sesc Interlagos; Campos de Preposições – Sesc Ipiranga; espacialização da obra Restauro, do artista Jorge Menna Barreto, para a 32a Bienal de Artes de São Paulo.

. Intervalo em curso, parte do projeto Intervalo-Escola. Trata-se de uma escola experimental em/a partir das artes que acontece entre SP e AM entre 2016/2017. Contemplado pela 12a edição do Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais.
Com: Tainá Azeredo

. Explode! Residency, cocuradoria com João Simões para residência internacional na zona leste de São Paulo, parte da plataforma Queer City, contará com presenças como do grupo Ultra-red de NYC.

. Lab Artes Visuais Porto Iracema: orientação das pesquisas dos artistas Cecília Andrade e Allan Diniz sobre a geração de artistas dos anos 80 em Fortaleza até os dias atuais, sob a perspectiva das transformações na paisagem da cidade e os modos de praticá-la, imaginá-la, etc.

. Paço Comunidade na Ocupação Cambridge: cocuradoria da 5a edição do projeto, com Priscila Arantes. Artista convidada: Agustina Comas + Intervalo Escola


BUENO, Cláudio. Campos de Invisibilidade. 2015. Tese (Doutorado) - Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015.

Campos de invisibilidade é uma pesquisa teórico-prática que discorre sobre noções do invisível na arte contemporânea a partir, principalmente, de produções artísticas realizadas entre a segunda metade do século XX e os dias atuais. São tomadas como ponto de partida, as práticas conceituais desenvolvidas nos anos 1960 e 1970, no âmbito nacional e internacional, bem como suas influências anteriores. Tais práticas conduzem às reflexões sobre a desmaterialização do objeto artístico, a problematização da arte como apreensão estritamente visual e a inclusão do participador nas obras. Outros artistas e também arquitetos são analisados com o intuito de verificar o invisível nas relações entre corpo, arquitetura e tecnologia. Esses assuntos são discutidos em conjunto com uma série de projetos artísticos realizados pelo autor da tese, funcionando como chaves de abertura para os estudos. Já pela perspectiva teórica, são realizados diálogos com o filósofo M. Merleau-Ponty em O visível e o invisível (2012) e com a artista e filósofa Anne Cauquelin em Frequentar os incorporais (2008). Para tanto, esta tese é dividida em quatro capítulos: O invisível como campo, Sempre algo entre nós, Arquiteturas invisíveis e “Uma luz ilumina tudo/Mas deve haver mais”. Por esse viés, o invisível é explorado como campo relacional, poético, crítico, sensível, político e social. Diante das referências estudadas, esses campos emergem como algo que modula as relações entre as pessoas e os espaços.