novas


. Intervalo-Escola: finalista do Prêmio Select de Arte e Educação. Veja aqui a publicação sobre a Intervalo-Escola: intervalo em curso, relativa aos processos vividos pelo grupo de trabalho ao longo das imersões no estado de São Paulo e do Amazonas.


. A Tropicalização do Norte: artista selecionado para participar desse seminário no Parque Lage, RJ, que premiará dois projetos com bolsa viagem à Documenta 14


. Explode! Residency e Ataque no Cidade Queer: lançamento da publicação impressa e do minidocumentário que compreende a curadoria dessa residência internacional e de uma batalha de dança, idealizada e realizada por Cláudio Bueno e João Simões, em colaboração com Lanchonete.org, Musagetes e grupo colaboradores

. Explode na mostra Motumbá: memórias e existências negras. Cláudio Bueno e João Simões realizaram, no Sesc Belenzinho, a curadoria do recorte LGBTQ+ da mostra, entre os meses de dezembro de 2016 e março de 2017.


. Explode! Umzabalazo: no mês de abril a plataforma Explode, junto ao Sesc-SP, trouxe ao Brasil a performer UMLILO & a dupla Stash Crew, da África do Sul, que apresentaram o projeto Rainbow Riots Tour, no Sesc Belenzinho (28/04) e Itaquera (29/04), além de liderarem um workshop no Sesc Santana entre 1 e 5 de maio.


BUENO, Cláudio. Campos de Invisibilidade. 2015. Tese (Doutorado) - Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015.

Campos de invisibilidade é uma pesquisa teórico-prática que discorre sobre noções do invisível na arte contemporânea a partir, principalmente, de produções artísticas realizadas entre a segunda metade do século XX e os dias atuais. São tomadas como ponto de partida, as práticas conceituais desenvolvidas nos anos 1960 e 1970, no âmbito nacional e internacional, bem como suas influências anteriores. Tais práticas conduzem às reflexões sobre a desmaterialização do objeto artístico, a problematização da arte como apreensão estritamente visual e a inclusão do participador nas obras. Outros artistas e também arquitetos são analisados com o intuito de verificar o invisível nas relações entre corpo, arquitetura e tecnologia. Esses assuntos são discutidos em conjunto com uma série de projetos artísticos realizados pelo autor da tese, funcionando como chaves de abertura para os estudos. Já pela perspectiva teórica, são realizados diálogos com o filósofo M. Merleau-Ponty em O visível e o invisível (2012) e com a artista e filósofa Anne Cauquelin em Frequentar os incorporais (2008). Para tanto, esta tese é dividida em quatro capítulos: O invisível como campo, Sempre algo entre nós, Arquiteturas invisíveis e “Uma luz ilumina tudo/Mas deve haver mais”. Por esse viés, o invisível é explorado como campo relacional, poético, crítico, sensível, político e social. Diante das referências estudadas, esses campos emergem como algo que modula as relações entre as pessoas e os espaços.