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. O Grupo Inteiro (Carol Tonetti, Cláudio Bueno, Ligia Nobre e Vitor Cesar). Junto desse grupo tenho realizado uma série de colaborações para diversas instituições culturais, como MASP, Tomie Ohtake, Sesc e outras. Últimas exposições: Playgrounds 2016, MASP/Sesc Interlagos; Campos de Preposições – Sesc Ipiranga; espacialização da obra Restauro, do artista Jorge Menna Barreto, para a 32a Bienal de Artes de São Paulo.

. Intervalo em curso, parte do projeto Intervalo-Escola. Trata-se de uma escola experimental em/a partir das artes que acontece entre SP e AM entre 2016/2017. Contemplado pela 12a edição do Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais.
Com: Tainá Azeredo

. Explode! Residency, cocuradoria com João Simões para residência internacional na zona leste de São Paulo, parte da plataforma Queer City, contará com presenças como do grupo Ultra-red de NYC.

. Lab Artes Visuais Porto Iracema: orientação das pesquisas dos artistas Cecília Andrade e Allan Diniz sobre a geração de artistas dos anos 80 em Fortaleza até os dias atuais, sob a perspectiva das transformações na paisagem da cidade e os modos de praticá-la, imaginá-la, etc.

. Paço Comunidade na Ocupação Cambridge: cocuradoria da 5a edição do projeto, com Priscila Arantes. Artista convidada: Agustina Comas + Intervalo Escola

Explode!

Plataforma que pesquisa e experimenta noções de gênero, sonoridades, visualidades e cultura de periferia.
Seu principal evento, ocorrido em 2016, foi o Explode! Residency.

https://www.facebook.com/exploderesidency
www.cidadequeer.lanchonete.org/projetos-projects/explode/

Baseado em um encontro-residência, buscou-se instaurar um espaço de estudo, experimentação e debate em torno de corpos que escutam, dançam, resistem, manifestam-se e tornam-se visíveis, a partir da experiência e exposição a diferentes tipos de sons e músicas, advindos, principalmente, das periferias.

Foi proposta uma imersão de onze dias (entre 23 de agosto e 02 de setembro de 2016) em uma casa na zona leste de São Paulo, localizada na Vila Nova York, onde morou Cláudio Bueno (cocurador do projeto), até os 22 anos. Nesse local, estará reunida uma comunidade de artistas, músicxs, dançarinxs, agentes culturais e pesquisadores, engajadxs em pensar e apresentar, a partir dessa zona autônoma temporária, as potências desses corpos periféricos urbanos, prontos para assumir o protagonismo e a transformação do mundo atual tomado por retrocessos, conservadorismos e violência.

Estarão conosco, conduzindo nossa experiência de escuta, os integrantes do grupo norte americano Ultrared. Com uma pesquisa baseada no som e no mapeamento de espaços acústicos como enunciativo de histórias e relações sociais, nos trarão a intensificação da perspectiva política dos sons. Esse grupo de artistas-ativistas, militam por questões raciais, de migração, desenvolvimento participativo de comunidades e criação de políticas HIV/AIDS.

Entre os sons noturnos do bairro – do ladrão de galinhas no telhado ou do tiro seco do trêsoitão –, dançaremos ao som de funk, rap, samba, voguing, waacking, entre outros estilos sonoros de contestação, de resistência e de luta, que potencializam corpos negros, queers, transgêneros, gays, pobres, feministas, etc. Visitaremos espaços da cidade, nos abriremos para o bairro, e estaremos sempre atentos ao som da campainha, por alguém que possa querer estar conosco nessa longa conversa e escuta.

Acreditamos nessa imersão e nesse modo de aprendizagem baseado na escuta, como intensificadores do debate e da explosão de questões urgentes a nós – por meio de longas conversas capazes de potencializar novos encontros, projetos, corpos, afetos, sensibilidades, políticas e ativações para fora dessa situação e localização temporária. Este evento é parte da plataforma Explode!, que pesquisa e experimenta noções de gênero, sonoridades, visualidades e cultura de periferia – em colaboração com Queer City, um projeto de Lanchonete.org e Musagetes.